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Empréstimos a Estados e municípios sem garantia do Tesouro é suspenso pela Caixa - A Tribuna do Vale

Empréstimos a Estados e municípios sem garantia do Tesouro é suspenso pela Caixa

                              Foto: Reprodução.

O financiamento para Estados e municípios foram suspensos pela Caixa

 

A Caixa Econômica Federal annciou na sexta feira (26), que está suspensa temporariamente a concessão de créditos para Estados e municípios, o anuncio foi feito depois que as operações de créditos entraram na mira do Tribunal de Contas da União – TCU.

De acordo com o Conselho de Administração da Caixa, esses financiamentos serão reavaliados, de acordo com o novo plano de reforço do capital do banco. No comunicado a Caixa informou que a concessão do crédito com garantias da União e para as companhias de saneamento, permanece sem alteração, essa modadlidade de crédito esta restrita aos limites determinados pelo Conselho Monetário Nacional, para empréstimos de todo setor público.

A suspensão do crédito se dá 15 dias após o Broadcast, que em tempo real presta informações do Grupo Estado, revelou que o banco do governo passa por dificuldades de capital, e aumentou nos últimos meses a concessão de empréstimos sem garantia do Tesouro Nacional para Estados e municípios.

Depois que o Ministro da Secretaria do Governo, Carlos Marun, admitiu que os recursos seriam usados como moeda de troca, para obter apoio para a reforma da Previdência, junto a governadores e prefeitos, a concessão desses financiamentos viraram uma espécie de arma política.

A Caixa vinha desempenhando o papel que no passado era do BNDES, nas concesões desses créditos. O Broadcast fez um levantamento e constatou que desde outubro/2017, foi dado sinal verde para os bancos oficiais financiar num total de R$ 5 bilhões de reais a governadores e prefeitos, com ou sem aval da União. Quando há a garantia da União, ela fica responsável em honrar junto ao banco em caso de inadimplência de Estados e municípios. Posteriormente o Tesouro busca recuperar os valores para cobrir eventuais prejuízos.

No ano passado foram emprestados R$ 3,4 bilhões, sendo na maioria das vezes sem o aval da União. O TCU vai instaurar auditoria para fazer uma avaliação das condições dessas operações de créditos, feita pelos bancos oficiais aos governos regionais.

 

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